Na minha cabeça, seria apenas um atendimento tradicional, não pretendia relatar, mas não, o safado veio com o cuzão e sentou na minha cara. Como sonegar esse relato?
Nos beijamos, me fez um oral breve, minha retribuição foi caprichada e demorada, brincadeirinha! Fizemos um 69, onde ele veio por cima e me surpreendeu com sua bunda na minha cara. Sem nenhum pudor, sentou-se com o cu na minha boca, nesse momento minha língua trabalhou.
A foda rolou no sofá, me colocou d4 e meu cu engoliu seu membro por completo, entrou apertado, mas logo relaxei e ele pode se esbaldar, se empolgou um pouquinho também. Ele pediu para eu sentar um pouco e logo quis gozar na minha boca. Fiz novamente o beijo grego e dessa vez coloquei o dedinho, acho que ele não curtiu muito essa parte. Bati tanta punheta que perdi as forças, ele tentou ajudar e cansou-se também, mas conseguiu finalizar.
Foi bom revê-lo!
Dia a de conhecer esse jovem safadinho desbravador de acompanhantes na capital.
Cliente da era Sudoeste. Em uma breve visita ao Brasil, decidiu me visitar e relembrar os velhos tempos.
Conhecido desde os tempos do Sudoca, a aparência física permanece a mesma desde aquela época. Tenho poucas lembranças dos nossos encontros, mas no início algo me incomodava, especificamente a falta de contato físico por parte dele. Houve alguma melhora nesse aspecto.
Passou-se um longo tempo desde que lidei com um cliente tão jovem, no auge dos 20 anos, transbordando testosterona e que estava vivendo a experiência de sair com uma acompanhante pela primeira vez. Pela carinha eu pediria o RG, mas pela postura, eu sabia que não seria necessário. Apesar de sua pouca idade, ele possui habilidades notáveis na cama e um comportamento que muitos mingau de aveia (coroas) não possuem.
