
No começo o achei um pouco eufórico. Beijos fortes demais, peso do corpo jogado sobre o meu sem aviso e puxões bruscos na hora de me fazer oral. Fiquei com receio dele me machucar em algum momento. Calma, amores! O segredo é saber dosar a intensidade.
Depois do susto inicial, ele foi desacelerando e tudo se ajeitou.
Quando ficou nu, a surpresa veio. O querido só tinha me contado o que era conveniente a ele, omitindo o detalhe principal. Já aproveitei o momento para deixar bem claro e avisei logo que anal não rolaria. Ele não disse nada, apenas sorria enquanto me olhava.
Fui logo mamando seu pau. Ele bem que tentava empurrar tudo, mas não cabia. Fiz um bola gato, não escondeu gostar de beijo grego, então caprichei nessa parte. Ele ficou fora de si e começou a se masturbar e pediu que eu subisse para ganhar leite na boca.
O segundo round foi mais demorado. Iniciei uma cavalgada intensa, ele segurava minha bunda com força, puxando meu corpo para baixo para que eu o engolisse por completo. Variamos as posições e, quando estávamos de ladinho, veio o pedido que eu já esperava… ele queria minha bunda. Como o pau já estava menos rígido resolvi ceder. Mas se estivesse como início NÃO ROLARIA mesmo. Encaixei devagar, deixando que ele entrasse aos poucos até ser totalmente engolido. Liberei o movimento mais forte, mas não demorou muito, pois ele já estava no limite do cansaço. Por fim, ele pediu que eu sugasse as bolas enquanto batia uma punheta , explodindo de novo!
Safadinho gente boa. Valeu!