O comilão do Guará

No começo o achei um pouco eufórico. Beijos fortes demais, peso do corpo jogado sobre o meu sem aviso e puxões bruscos na hora de me fazer oral. Fiquei com receio dele me machucar em algum momento. Calma, amores! O segredo é saber dosar a intensidade.

Depois do susto inicial, ele foi desacelerando e tudo se ajeitou.

Quando ficou nu, a surpresa veio. O querido só tinha me contado o que era conveniente a ele, omitindo o detalhe principal. Já aproveitei o momento para deixar bem claro e avisei logo que anal não rolaria. Ele não disse nada, apenas sorria enquanto me olhava.

Fui logo mamando seu pau. Ele bem que tentava empurrar tudo, mas não cabia. Fiz um bola gato, não escondeu gostar de beijo grego, então caprichei nessa parte. Ele ficou fora de si e começou a se masturbar e pediu que eu subisse para ganhar leite na boca.

O segundo round foi mais demorado. Iniciei uma cavalgada intensa, ele segurava minha bunda com força, puxando meu corpo para baixo para que eu o engolisse por completo. Variamos as posições e, quando estávamos de ladinho, veio o pedido que eu já esperava… ele queria minha bunda. Como o pau já estava menos rígido resolvi ceder. Mas se estivesse como início NÃO ROLARIA mesmo. Encaixei devagar, deixando que ele entrasse aos poucos até ser totalmente engolido. Liberei o movimento mais forte, mas não demorou muito, pois ele já estava no limite do cansaço. Por fim, ele pediu que eu sugasse as bolas enquanto batia uma punheta , explodindo de novo!

Safadinho gente boa. Valeu!

Comendo o judoca outra vez

Esse safado estava com saudade da minha língua e do meu pau e precisou voltar, afinal, ele sempre volta.

Tudo começou na sala logo após eu fechar a porta. Ele me encurralou contra a parede, nos beijamos e ele me virou de costas para sentir minha bunda. Logo coloquei seu membro para fora e me abaixei para mamar ali mesmo.

Já no quarto, ficamos nus e eu segui mamando de pau sem parar. Sabendo que ele adora, peguei um plug e coloquei na minha bundinha para instigá-lo. Abri suas pernas, iniciei um beijo grego caprichado e demorado e o vi enlouquecer. Introduzi lentamente meu consolo no seu rabo, deitei por cima num PPMM e comecei o vai e vem. Ele se masturbava enquanto eu sussurrava sacanagens no seu ouvido.

Ele já não aguentava de tesão e queria começar direto pelo meu cuzinho, mas não recusou quando decidi sentar por cima. Encaixei de frente na ppk, enquanto o plug espremia seu pau. Metemos desse jeito, mas sempre parando para ele não gozar antes da hora. Ainda sentada, alcancei o seu buraquinho com o dedo e, enquanto ele fazia o vai e vem em mim, eu o penetrava. Desse jeito não há homem que resista, e ele não resistiu mesmo.

Rolou uma tentativa de segundo round, só que ele estava sem forças e não rendeu nada. No fim, valeu o reencontro, seu corno!

Profundidade máxima


Usei essa roupinha da foto.

Nos cumprimentamos com um beijo e ele foi tomar uma ducha. Após preliminares, comecei cavalgando, ele fazia movimentos lentos e bem profundos, batia forte e abria minha bunda. Levou um dedo no meu anelzinho, depois colocou 2 dedos. A única certeza que eu tinha era que meu cu iria levar vara. E sim, ele pediu dizendo que faria com carinho e lógico que eu acreditei. Me coloquei de ladinho, entrou bem devagar e apertado, aos poucos meu cu engoliu seu membro e ele iniciou o vai e vem. Começou lentamente, mas não demorou a socar com pressão, fazendo um ritmo frenético. Movimentei meu quadril para frente e trás e ele acabou explodindo no meu rabo. Esse homem comeu tanto meu cu que chegou a me dar dor de veado, como consegui eu não sei.

Entre uma conversa e outra, ele voltou a mamar meus seios e eu a mamar seu pau, que endureceu na hora. Deitei de costas sobre seu peito e encaixei na ppk. Ele até insinuou colocar na bundinha de novo, mas me fiz de desentendida e continuei na frente, porque eu não aguentaria aquela rola no meu cu outra vez. Me pegou d4, mas como era muito grande, precisei me ajustar para ficar confortável. Fiquei de lado com ele em pé, me comendo com toda a pressão até ele gozar.

Sinceramente, não sei como aguentei fazer sexo anal com ele. Na hora nem chegou a incomodar tanto, mas foi tão profundo que passei o dia todo com aquela sensação de querer ir ao banheiro.

Safadinho gente boa, um querido! Só o rabinho que não foi mais o mesmo depois que ele saiu.