Diário

Desabafo…

Oi, amores. Hoje vai ser mais um desabafo do que propriamente um relato.

Conheci esse cliente recentemente, homem muito educado, comunicativo, gente boa mesmo.

Nos beijamos, não me fez oral, mas o que me incomodou desde o início foi o fato de ele ir logo enfiando o dedo seco na ppk e posteriormente tentando fazer o mesmo no rabinho.

Às vezes é bom criar um clima, não me refiro em fazer oral, mas, em tocar o corpo com carinho.

Colocar o dedo numa boceta meladinha, acredito que seja maravilhoso para ambos. Mas meter o dedo seco, sem ao menos levar o dedo à boca para facilitar a entrada, não acho legal pois machuca. Não sei se os homens fazem isso porque realmente sentem tesão, ou se imaginam que seja prazeroso para a parceira. De qualquer forma, o interessante é que a parceira esteja preparada pra isso.

É como despir uma mulher e já partir direto para o oral, esquecer dos beijos, abraços, do toque… Esquece que é preciso criar um clima.

Coloquei lubrificante em seu dedo para que passasse no rabinho e não me machucasse. Imaginei que ele prontamente levaria o dedo até o buraquinho, mas ele passou em alguma região da bunda. Falei que ele passou em qualquer lugar, menos no rego. Ele debateu pedindo calma, que eu estava muito nervosa.

O sexo foi fraco, nossos corpos não encaixaram. Deve ter sido a famosa química que não bateu.

 

(2) Comentários

  1. Faro Fino diz:

    Pelo seu relato, é só um caso de ignorância mesmo, achar que está abafando fazendo algo que ruim na verdade. Acredito que falte ver os sinais da mulher e ver que o sexo é um processo.

  2. Bela Jordana, pelas conversas que já tive com minhas parceiras de diversão existem (muitos) homens que só conseguem transar porque pagam mesmo, não têm a mínima noção de sensibilidade, nunca leram uma porra de um texto referente ao prazer feminino, nem sequer um conto erótico para se inspirarem. Lamento por você ter que lidar com uns tipos desses. Preliminares (conversas gentis e interessantes, beijos lentos, beijos lascivos, beijos no pescoço, no ouvido, carícias diversas, olhares, provocações sensuais), são tão importantes quanto o sexo em si.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *